Estou a gostar das discussões teóricas que têm ocorrido nas aulas de filosofia. Digam lá que perguntas como, "o que existia antes de se dar o Big Bang? nada?, então o que é o "nada"? Nada tem que ter cor, tem que ser alguma coisa. Mas o nada é concretamente: nada" não são bem interessantes?
"então e acreditam em que teoria da criação do mundo? e depois da morte para onde é que vamos?" Esta parte é a mais gira, porque temos um ascendente a padre na turma, outras pessoas com variantes ciêntificas e outras com fundamentos extravagantes (como a crença nos extraterrestres) e todos estes factos e argumentos dão uma discussão bem engraçada.
"o que é o tempo? há um tempo ou vários tempos? O meu tempo (o da professora) e o vosso são iguais? Certamente que não, professora. "
Ora bem, isto do tempo é uma coisa relativa. Se falarmos em tempo cronológico é algo que corre connosco, que nos orienta, que foge practicamente. Quantas vezes dizemos, "não tenho tempo para ir ali, para fazer aquilo..." ter tempo? nós não possuímos o sr.tempo, afinal ele é que manda, pois quando o tempo passa não pode voltar atrás.Nem um milésimo de segundo. E o tempo nunca pára. Depois há o outro tempo que é o nosso tempo. Cada um sabe aquilo que sabe, as idades até podem variar muito. Uma pessoa de 20 pode saber mais coisas que uma de 50. Ou vice-versa (claro que os anos ensinam muitas coisas, e isso ninguém pode retirar) mas é possível. Logo o tempo é (in)variável.
Porque é que aqui sai melhor que na sala de aula?
1 comentário:
Gostei do texto e do tema, que me interessa....
Essas discuções teoricas devem ser realmente muito interessantes.
Mt bem.
JM
Enviar um comentário