"Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
Mais uma madrugada.
Ninguém disse que o riso nos pertence
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
Mais uma gargalhada.
E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
E morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim."
Obrigada Sara, por me mostrares a música (embora já conhecesse algumas da Mafalda), adoro. Beijinho
1 comentário:
ainda bem que te soube tocar! Nao quer dizer mais do que uma boa escolha, da minha parte, ao dar-ta. E por boa escolha entenda-se, tu, como receptor, e não a selecçao da musica. Para te ser franca nem sei porque é que ta dei. Ironico, ham? Ou talvez não...! Lembrei-me imediatamente dela quando li, por aqui, um rabisco qualquer teu. E depois...
Bem... depois, ela disse-te muitas coisas. Tantas quanto a mim. :)
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