Não vou continuar a minha história "l'artiste de france". Poderia fazê-lo, mas o suspense é algo que combina mais comigo, e dos finais felizes também não sou muito apreciadora, não. Talvez um dia volte a ela.
Tenho tantas coisas para fazer, que nem sei que hei-de fazer primeiro, se estudo os actos ilocutórios, se estudo os recursos energéticos de Portugal, se estudo "mobility and communication" e todo o vocabulário de inglês, se estudo o império romano. Ou então não faço nada disso, e escrevo. Aqui, numa folha de papel, no caderno preto e branco, num livro qualquer. Costumo pensar que "escrever" é a cura para todos os males e angústias. Pelo menos para mim, é.

Jackson Pollock
3 comentários:
Escrever é exorcitar todos os fantasmas que tens dentro de ti, é a arte mais instrospectiva. Essa "cura" que falas é talvez o que a escrita têm de mais belo, depois da beleza das palavras.
Mas que culta que a menina é. Sim senhora, Jackson Pollock. Viste o filme? Está interessante.
Por acaso não vi, mas sim deve ser interessante. Há-de surgir oportunidade para o ver. kiss
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